Joaquim Pinto



Nasceu: 1957-06-20

Local de nascimento: Porto
Nacionalidade: Português
Sítio internet: http://www.filmebase.pt
Dados adicionais:

Técnico de som, Realizador, Produtor, Director de Fotografia
De 1974 a 1976 estudou Medicina e Economia.
Em 1976 entrou no Conservatório Nacional para tirar cinema. Conclui o curso em 1979, com especialização na área do Som.
Como engenheiro de som iniciou a sua carreira em 1981 com o filme "O Território" de Raoul Ruiz, com quem trabalhou também em "Treasure Island" (1985), "Les Amants Terrible"s (1984), entre outros. Fez ainda o som de filmes como "Le Soulier de Satin" (1983) e "Mon Cas" (1986), de Manoel de Oliveira, ou "À Flor do Mar" (1986), "Le Bassin de J.W." (1997), "As Bodas de Deus" (1999), "Branca de Neve" (2000), de João César Monteiro. Mais pontualmente trabalhou com Manuel Mozos em "Um Passo, Outro Passo e Depois…" (1989), com João Botelho em "Tempos Difíceis" (1988) e "Um Adeus Português" (1986). Com Werner Shroeter fez, por exemplo, "O Rei das Rosas" (1986), e nos documentários podem destacar-se "Outro País" (de Sérgio Tréfaut, 2000) e "Encontros"
(de Pierre-Marie Goulet, em 2006).
Entre 1979 e 1987 trabalhou como engenheiro de som em mais de 40 títulos cinematográficos de diferentes realizadores, desde Manoel de Oliveira, Alain Tanner, João Botelho, António Reis e Margarida Cordeiro, Jorge Silva Melo, Werner Schroeter, João César Monteiro, Paulo Rocha, João Canijo, José Nascimento, entre outros.

Depois de várias experiências como realizador e operador de câmara em curtas-metragens, realizou a sua primeira longa-metragem "Uma Pedra no Bolso" (1988), A que se seguiram "Das Tripas Coração" (1992), que esteve seleccionada para o Festival de Locarno; "Rabo de Peixe" (2003) e a curta-metragem "Porca Miséria" (2007).
Como produtor trabalhou intensamente com João César Monteiro, Teresa Villaverde, Jeanne Waltz, entre muitos outros realizadores. Produziu três filmes para televisão, e cinco longas-metragens, de que se salienta "Recordações da Casa Amarela", de João César Monteiro, galardoado com o Leão de Prata no Festival de Veneza (1989).

Participações [#129]

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