Glicínia Quartín



Nome completo: Glicínia Vieira Quartín

Nasceu: 1924-12-19 · Morreu: 2006-04-27

Local de nascimento: Lisboa
Local de óbito: Lisboa
Nacionalidade: Portuguesa
Sítio internet: https://pt.wikipedia.org/wiki/Glic%C3%ADnia_Quartin
Dados adicionais:

Actriz
Filha do intelectual anarquista António Pinto Quartin, primo sobrinho do Barão de Quartin no Brasil, e de sua mulher a professora e feminista Deolinda Lopes Vieira, nasceu na freguesia da Graça.
Licenciou-se em 1954 em Ciências Biológicas na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e trabalhou como bióloga durante 7 anos.
Ao mesmo tempo que se desenvolvia a carreira científica foi pisando os palcos, estreando-se no teatro em Roberto e Melissandra (1951), no Grupo de Teatro Experimental - Teatro da Rua da Fé (Grupo Experimental da Casa da Comarca de Arganil). No entanto, após a estreia cinematográfica, com Dom Roberto (1962), de Ernesto de Sousa, decidiu dedicar-se profissionalmente às artes de palco e vai frequentar um curso de teatro, tornando-se actriz profissional em 1965, no Teatro Experimental do Porto.
Trabalhou, posteriormente com o Teatro Moderno de Lisboa, Teatro Experimental do Porto, Teatro Experimental de Cascais, Teatro Nacional D. Maria II, Casa da Comédia, Teatro da Cornucópia (1973-2004) e Artistas Unidos, tendo sido dirigida por numerosos encenadores — João Guedes, Carlos Avilez, Luzia Maria Martins, Paulo Renato, Amélia Rey Colaço, Artur Ramos, Armando Cortez, Ricardo Pais, Filipe La Féria, João Mota, Rogério de Carvalho, João Canijo, Fernanda Lapa, Rogério Vieira, Adolfo Gutkin, Vítor Garcia, Luís Miguel Cintra, Jorge Silva Melo, entre outros.
Interpretou autores como Jean Genet, Heiner Müller, Pier Paolo Pasolini, August Strindberg, Botho Strauss, Maxim Gorki, Marguerite Duras, Eça de Queirós, Bernardo Santareno, Raul Brandão, Gil Vicente, Kleist, Samuel Beckett, Edward Albee, Frederico Garcia Lorca, Miguel de Cervantes ou Lope de Vega.
Deu aulas no Conservatório Nacional.
Participou em perto de duas dezenas de filmes como O Crime de Aldeia Velha (1964) de Manuel Guimarães, Passagem ou A Meio Caminho (1980), Agosto (1988) e António, Um Rapaz de Lisboa (2002) de Jorge Silva Melo, Conversa Acabada (1981) de João Botelho, A Caixa (1994) de Manoel de Oliveira, Sinais de Fogo (1995) de Luís Filipe Rocha, A Comédia de Deus (1995) de João César Monteiro ou António, Um Rapaz de Lisboa (2002) de Jorge Silva Melo.
Em televisão, para além de outros trabalhos, participou nas telenovelas Chuva na Areia (1983)[6] e O Jogo (2003).
Por ocasião do seu 80.º aniversário, em 2004 estreia o documentário Conversas com Glicínia, realizado por Jorge Silva Melo.
[Fonte: Wikipedia]

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